Nissan Sentra e-Power roda mais de 1,2 mil km com um tanque

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Uma das maiores apostas da Nissan ainda não está presente no Brasil, mas se espera que pelo menos em 2023, a marca japonesa se disponha a introduzi-la. O que é? A tecnologia e-Power.

Esperada para ser vista no Kicks, que já a sustenta na Tailândia, a tecnologia e-Power tem potencial, mas seu custo parece tão proibitivo para a realidade brasileira, que ainda não chegou.

Na China, a Nissan tem o Sylphy e-Power, equivalente local ao Novo Sentra, que chega aqui este ano com a velha escola de motorzão 2.0 litros de aspiração puramente natural, que muitos adoram, mas que bebe demais.

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Falando em beber, o Sentra e-Power chinês é quase uma obrigação num mercado onde o governo acelera a eletrificação para reduzir as emissões veiculares, enquanto os carros elétricos ainda estão longe de dominar.

Usando um conceito que se assemelha aos DHT’s chineses, com exceção do tamanho da bateria, o Sentra e-Power é um sedã médio equipado com motor 1.2 aspirado de singelos 72 cavalos, menos que os 82 cavalos anteriores.

Contudo, esse gerador de três cilindros é suficiente para alimentar o propulsor elétrico de 136 cavalos e 30,5 kgfm, que faz o Sentra e-Power alcançar 100 km/h em 8,6 segundos.

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Bem econômico, o modelo foi testado na China e obteve autonomia de 1.236,8 km com o consumo de 49,17 litros de gasolina.

Isso significou um consumo médio de 25,15 km/l, o que é uma média excelente para um sedã do porte do Noivo Sentra.

Alimentado por uma bateria de lítio mais robusta, o Novo Sentra e-Power se converte numa opção boa para mercado automotivo nacional, especialmente se tiver motorização flex.

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Provavelmente a tecnologia e-Power utilizará o sistema Flex para poder utilizar etanol, se adequando então à proposta do mercado nacional.

Como importado, o Sentra e-Power deve chegar do México ou num acordo com a China, para disponibilização do produto, cuja versão regular tem motor 2.0 litros.