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Terça-feira, Outubro 6, 2026
Início Internacional Trump mantém nível de aprovação em 32%, o menor de sua carreira

Trump mantém nível de aprovação em 32%, o menor de sua carreira

Pesquisa Reuters/Ipsos é divulgada a menos de 1 mês das “midterms”; baixa popularidade pode prejudicar republicanos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), manteve o seu nível de aprovação em 32%, segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada na 2ª feira (5.out.2026). Trata-se do menor nível de aprovação registrado por Trump em sua carreira política, segundo a série histórica do levantamento.

O presidente dos EUA já havia registrado 32% na pesquisa de 20 de setembro. Na mais recente, a desaprovação ficou em 65%, 1 ponto percentual a menos em comparação com o mês passado.

O levantamento é divulgado a menos de 1 mês das eleições de meio de mandato, que vão definir os ocupantes de toda a Câmara dos Representantes e de 1/3 do Senado dos EUA, o que pode alterar a correlação de forças no Congresso em relação ao governo Trump.

O estudo ouviu 4.506 adultos norte-americanos de 30 de setembro a 5 de outubro e tem margem de erro de 1,5 ponto percentual na amostra geral e nível de confiança de 95%. Eis a íntegra do resumo executivo (PDF – 256 KB).

PERIGO PARA REPUBLICANOS NAS “MIDTERMS”

A pesquisa mostrou que a baixa popularidade de Trump pode prejudicar a sua legenda, o Partido Republicano, nas eleições de meio de mandato, as midterms.

Segundo a Reuters/Ipsos, 44% dos eleitores disseram preferir os democratas, contra 37% que preferiam os republicanos.

Entre os chamados “independentes”, eleitores que não se identificam nem com os democratas, nem com os republicanos, os democratas lideravam por 37% a 21%. Outros 28% se declararam indecisos.

De acordo com o levantamento, 26% dos eleitores hispânicos planejavam votar nos republicanos, contra 52% que planejavam votar nos democratas. Essa é a maior vantagem dos democratas entre esse grupo desde que Trump assumiu a Presidência.

O custo de vida é a principal preocupação dos norte-americanos na decisão sobre como votar em 3 de novembro, segundo a pesquisa Reuters/Ipsos. A inflação ao consumidor subiu depois do aumento dos preços da gasolina e do diesel provocado pela guerra com o Irã iniciada por Trump em fevereiro.