
O Governo de Mato Grosso do Sul reprovou mais uma empresa que disputava a concessão da Loteria Estadual (Lotesul). A decisão foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (6) e exclui do processo licitatório a empresa Prohards Comércio, Desenvolvimento e Serviços em Tecnologia da Informação Ltda., que havia vencido a segunda disputa do leilão.
De acordo com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MS), a empresa foi desclassificada após a prova de conceito, etapa técnica em que as licitantes precisam demonstrar na prática o funcionamento da plataforma tecnológica que será usada para gerenciar as atividades lotéricas no Estado. A Prohards não conseguiu cumprir 35 requisitos exigidos no edital, o que levou à reprovação.
Com a decisão, a empresa fica fora do certame e o governo convocou outras licitantes para dar continuidade ao processo, em nova etapa marcada para a próxima semana.
Segunda desclassificação no processo
Essa é a segunda empresa eliminada no leilão da Lotesul. A primeira colocada na disputa anterior, a Lottopro, também foi reprovada na prova de conceito por não apresentar um cofre eletrônico de regulação, item considerado obrigatório pelo governo estadual.
Concessão pode movimentar bilhões
O Estado busca contratar uma empresa responsável por implantar e operar a plataforma tecnológica que controlará as atividades da loteria estadual, incluindo gestão de pagamentos, fiscalização dos operadores e controle do fluxo financeiro do sistema.
Embora o edital estime receita média anual de cerca de R$ 51,4 milhões, projeções do próprio governo indicam que a exploração das modalidades lotéricas pode gerar até R$ 1,4 bilhão por ano, dependendo do crescimento do mercado.
A Lotesul atualmente é administrada diretamente pelo governo estadual, mas a intenção é terceirizar a operação por meio da concessão à iniciativa privada.
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