“Não foi uma decisão fácil, eu pensei bastante. Senti meu público, conversei com minha filha e algumas amigas que já estavam produzindo e decidi que queria fazer. Sempre foi um pedido dos meus fãs, portanto, eu vejo isso de forma muito positiva”, conta Ambiel.
“Eu já fiz nu artístico. Se der um ‘Google’, tem eu lá com as biquetas [sic] de fora, aos 20 anos. Então, eu falei, por que não? E acabei decidindo fazer”, revela ao Metrópoles.
Para Ollix, a decisão partiu de uma oportunidade. Influenciadora digital desde sua adolescência, ela conta que começou a fazer vídeos via streamming e que o pagamento tendia a ser melhor para quem produzisse fotos sensuais. “Eu nunca me importei de fazer essas fotos. Fazia abertamente. Pensei que poderia transformar esse dinheirinho [sic] em algo maior se usasse uma plataforma focada para isso”, conta.
Caminho sem volta
Para a criadora de conteúdo, um dos pontos a se considerar, antes de começar, é estar 100% certo de que quer investir na plataforma. “Nesse meio, não existe arrependimento. Uma vez que algo está uma vez na internet vai estar lá para sempre. Não adianta você vender algumas fotos e fingir que isso nunca aconteceu”, comenta.
“Sempre tive certeza do que queria e até hoje, em nenhum momento, me arrependi. Muito pelo contrário, me arrependo de não ter começado antes”, revela a brasiliense sobre seu perfil no OnlyFans.
“Eu pensei muito nos meus fãs mas, principalmente, nas minhas fãs, as mulheres. Elas me acompanham muito mais que eles. Me preocupei com a forma que elas iriam encarar isso, como que eu ia abordar. Foi muito legal, teve uma aceitação bem boa”, comenta Luiza.

“É preciso entender também que alguns compradores são muito machistas, muitas pessoas que te julgam por inveja ou até mesmo por preconceito. O hate é inevitável. Infelizmente, você tem que trabalhar melhor sua cabeça porque você não pode ligar para opinião alheia ao trabalhar com esse tipo de coisa”, defende.
Para Luiza, o método para lidar de forma saudável com seu trabalho é encará-lo como uma ocupação qualquer. “Eu procuro não ficar pensando muito, ou dou uma pirada [sic]. Eu faço, curto, olho tudo… Mas eu não fico pensando muito”, finaliza.





























