
O Jeep Avenger, modelo que fica abaixo do Renegade e atualmente o menor carro da marca americana, mesmo em relação ao Wrangler Sahara vendido aqui, não está indo bem na Europa.
Sendo uma proposta de acesso da Jeep para o mercado europeu, o Avenger nasceu como um crossover elétrico do porte do Fiat Pulse, mas com foco na eletrificação.
Sua versão elétrica foi enaltecida pela marca e até um conceito de tração AWD foi mostrado, mas a verdade é que o consumidor europeu não gostou do Avenger elétrico.
A aposta da Jeep era que o mercado de carros elétricos na Europa aumentasse em 2023, mas o que aconteceu foi que as vendas da marca americana é que caíram, com participação descendo de 3% em 2022 para 2% até maio deste ano.
Dos 7.214 exemplares do “jipe italiano”, apenas 962 eram elétricos e isos fez a marca focar agora na versão com motor EB 1.2 Turbo de origem PSA para manter os emplacamentos do Avenger.
O crossover da Jeep teve três quartos de suas vendas apenas na península itálica, o que mostra que os consumidores do país onde é produzido gostam mais do produto.
Por isso, nos mercados do norte da Europa, a Jeep dá ênfase na versão 1.2 Turbo de 100 cavalos e transmissão manual de seis marchas.
Essa opção deve receber mudanças em breve, já que não foi prevista para ser vendida na Alemanha, França ou Reino Unido, por exemplo.
Em realidade, o Avenger 1.2 Turbo só existe na Itália e na Espanha, então, nem os ibéricos estão dando muito crédito ao Jeep pequeno.
Com 4,084 m de comprimento, 1,776 m de largura, 1,528 m de altura e 2,560 m de entre eixos, o Jeep Avenger tem versão elétrica com 156 cavalos e 26,5 kgfm, além de bateria de 54 kWh e autonomia de 400 km no WLTP, mas podendo chegar a 550 km no uso urbano.
Aqui, o Jeep Avenger funcionaria com preços abaixo do Renegade, presumivelmente entre R$ 100 mil e R$ 120 mil, porém, há um problema nisso e ele se chama Fiat Pulse…
[Fonte: ANE]

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