
A Superintendência do Patrimônio da União (SPU) em Mato Grosso do Sul intensificou sua presença no interior do estado e reafirmou, nesta terça-feira (7), o compromisso com o desenvolvimento sustentável e a boa gestão dos bens públicos durante reunião em Mundo Novo.
O encontro reuniu a prefeita Rosária Andrade, a vereadora Neguinha (PT), o superintendente da SPU, Tiago Botelho, e o presidente municipal do PT, Jacaré. Na pauta, foram discutidas ações que integram sustentabilidade, fortalecimento da agricultura familiar e uso estratégico do patrimônio público.
Entre as medidas apresentadas, destaque para a criação do Cinturão Verde, em área da União cedida ao Incra, que beneficiará pequenos produtores locais e impulsionará a reforma agrária no município. Botelho também se reuniu com representantes de movimentos sociais ligados à luta pela terra, reforçando o compromisso do governo Lula com a inclusão social e a produção sustentável no campo.
Outro avanço importante é a destinação do prédio da antiga Receita Federal para abrigar todas as secretarias municipais. A iniciativa vai eliminar despesas com aluguéis e garantir mais eficiência administrativa. Durante a reunião, uma videoconferência com o deputado federal Vander Loubet (PT) confirmou o envio de emendas parlamentares para estruturar e adequar o prédio às novas funções.
Também foi tratada a regularização da Prainha de Mundo Novo, localizada às margens do rio Paraná e sob domínio da União. A medida é essencial para viabilizar investimentos em infraestrutura e transformar o local em um polo de turismo e lazer para a região.
A vereadora Neguinha ressaltou a importância da presença da SPU no município, destacando o olhar do governo federal para as demandas locais. Já Tiago Botelho enfatizou que a política da Superintendência é transformar imóveis ociosos em oportunidades de crescimento e geração de emprego, alinhada à visão do presidente Lula de promover desenvolvimento com justiça social.
As iniciativas da SPU em Mundo Novo reforçam o papel do governo federal em tornar o patrimônio público um vetor de desenvolvimento regional, promovendo inclusão, sustentabilidade e melhor aproveitamento dos bens da União.





























