
O alemão Hansjörg von Gemmingen entrou para o Guinness Book após seu Tesla Model S alcançar a marca de 1.700.000 km rodados e se tornar o carro elétrico com maior quilometragem original no hodômetro.
Seu Model S P85 alcançou uma marca que poucos carros no mundo chegam a completar, porém, para alcançar essa meta, Hansjörg von Gemmingen utilizou da garantia do fabricante diante de problemas que ocorreram.
O Model S de Gemmingen chegou às redes sociais em 2019 após ter alcançado 1.000.000 km rodados, o que chamou bastante atenção. No entanto, até ali ele já havia trocado uma vez a bateria e nada menos que três motores elétricos.
A bateria foi trocada com 470.000 km, onde Hansjörg usou a garantia de oito anos ou 240.000 km da Tesla para substituir o conjunto de células de energia, que havia dado problema.
Nessa altura, o Tesla Model S já estava em seu terceiro motor elétrico e Hansjörg von Gemmingen escreveria três anos depois: “O motor quebrou de novo. Parece que o lixo antigo está instalado”.
Isso se deu em 2022, quando o Model S já havia adicionado mais 700 mil km na segunda bateria, que foi igualmente trocada pelo montante de € 10.000.
Pelo valor, que não deixa de ser baixo, surpreende ser muito menos do que se pensa, mas talvez a Tesla e Elon Musk estivessem já de olho em von Gemmingen…
Em sua terceira bateria no momento, o Model S do livro dos recordes trocou mais vezes o motor elétrico desde 2019, estando agora em seu oitavo propulsor energizado.
Além dos 8 anos ou 240.000 km, a Tesla garante no mínimo 70% da carga na bateria, pois, caso contrário, o proprietário levará uma bateria nova.
Gemmingen, apesar das 3 baterias e 8 motores em seu Tesla, não tem pretensões de parar por aqui, almejando agora 2 milhões de km.
Na internet, ele também dá dicas para quem tem receio de carro elétricos e de como percorrer a maior distância possível com um eletrificado.
Já tendo superado 600.000 km com um Mercedes-Benz 500E e um Tesla Roadster, Gemmingen não é um iniciante e indica que o ideal é evitar muitas recargas rápidas, assim como manter a carga acima do mínimo de segurança e abaixo dos 80%, dando preferência a recargas lentas.
[Fonte: L’Argus]

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