

A Volvo registrou no serviço de proteção industrial da União Europeia, o termo “C60” com direito a 21 anos de uso, assim como o “C40”, já usado no crossover de estilo cupê e elétrico, derivado do XC40.
É exatamente isso o que esperamos de um Volvo C60, lembrando que ele nunca foi usado pela marca sueca, já que existiram os modelos C30 e o C70, sendo o primeiro um hatch de duas portas, enquanto o segundo era um conversível de capota rígida.
Nesse novo caso, o Volvo C60 será o equivalente maior do C40, com a nova plataforma SPA2 da Volvo e uma carroceria com perfil mais esguio, tendo ainda alguns detalhes estéticos para diferenciá-lo do irmão menor e torná-lo mais atrativo.
Supostamente com duas motorizações, o Volvo C60 pode até chegar antes do XC60, adiantando o que o SUV médio da Volvo terá adiante, tendo esperadas versões de tração dianteira ou traseira com 250 cavalos, ou mais, em um novo motor elétrico, mais eficiente que o atual.
Já com dois motores, espera-se potência de 408 cavalos em versão regular e perto de 503 cavalos ou até mais com uma proposta de performance com 517 cavalos, considerando o que surgiu no Volvo EX90.
Com o Volvo C60, a marca sueca expandirá seu portfólio com um irmão totalmente elétrico do XC60, que também deve ganhar uma variante 100% elétrico que pode chegar como EX60.
Assim, com uma gama paralela, a Volvo Cars irá eletrificando-se enquanto não alcança a meta de 2030, quando a marca promete ser 100% elétrica.
Além do C60, a Volvo prepara ainda o XC30, um modelo menor que o XC40 e que pode dispor de uma versão 100% elétrica sobre a plataforma SEA, que sustentará também os próximos modelos das séries 40 e 60, que provavelmente já serão inteiramente elétricos, reduzindo assim o uso de motores a combustão até o fim da década.
[Fonte: Autoblog]
























