
A demanda foi apresentada ao vereador por cerca de 30 acadêmicos, em reunião realizada no último sábado (29) no Núcleo de Apoio ao Migrante (NAM), com participação de lideranças da aldeia e do movimento universitário.
“Estamos falando de 30 a 40 estudantes que são deixados na rotatória antes de entrar na aldeia. Há relatos de jovens chegando em casa às duas horas da manhã, casos de assalto e mulheres caminhando sozinhas, com medo de perseguição. Isso é uma violação grave do direito ao acesso à educação”, destacou.
O vereador afirmou já ter solicitado reunião com o diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Juscelino Cabral, para tratar do problema, e cobrou providências da Prefeitura de Dourados, da própria Agetran e da Viação Dourados para que a linha que atende os estudantes seja ampliada e passe a entrar na Aldeia Bororó, como já ocorre em outras rotas.
“Queremos garantir dignidade, segurança e permanência na universidade. Sem transporte adequado, não há como falar em um futuro melhor para esses jovens, que buscam, através do estudo, melhores condições para suas famílias e comunidades”, completou Franklin.





























