
Maria Aparecida de Souza Resquim Araújo, de 43 anos, está internada há quase três dias em um leito da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Leblon, em Campo Grande, aguardando transferência hospitalar com prioridade médica, mas sem previsão de vaga.
Ela deu entrada na unidade na quinta-feira (26) com fortes dores abdominais, náuseas, vômitos, febre, recusa alimentar e distensão abdominal. Segundo o laudo médico, o quadro clínico piora após as refeições e há hipótese de pancreatite, condição que pode se agravar rapidamente sem exames e acompanhamento hospitalar adequado.
De acordo com a cunhada, Marielen Dias, a situação é considerada crítica pela família.
“Ela já tem o laudo do médico dizendo que precisa ser encaminhada para o hospital com urgência para fazer um ultrassom. Está com muita dor, não consegue se alimentar e o estado dela só piora. Estamos desesperados. Ela tem uma bebê de um ano e não podemos mais esperar”, relata.
Ainda segundo Marielen, a família buscou ajuda junto à Defensoria Pública, mas até o momento não conseguiu a transferência.
Maria permanece em um leito da UPA, aguardando encaminhamento para qualquer hospital que possa realizar o exame de ultrassom e dar continuidade ao tratamento adequado.
O laudo médico aponta que a paciente mantém prioridade para transferência hospitalar, devido à gravidade do quadro.
A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Campo Grande solicitando posicionamento sobre a demora na regulação da vaga e aguarda retorno. O espaço segue aberto para manifestações.





























