
A morte da arquiteta Ely Quevedo, de 53 anos, registrada após uma queda de uma caminhonete em movimento na BR-262, em Campo Grande, na manhã desta segunda-feira (13), passou a ser investigada pela Polícia Civil sob diferentes linhas, incluindo a possibilidade de feminicídio. O caso ainda não tem conclusão e segue cercado de dúvidas.
A ocorrência foi inicialmente tratada como um acidente de trânsito com vítima fatal. No entanto, conforme avançaram as diligências, novas hipóteses passaram a ser consideradas. A delegada Larissa Serpa, responsável pela investigação na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, explicou que o objetivo agora é esclarecer a real dinâmica dos fatos.
Peritos estiveram no local e realizam a análise técnica, enquanto a polícia reúne informações para entender se a queda foi acidental, provocada ou até mesmo intencional por parte da própria vítima. Nenhuma das possibilidades foi descartada até o momento.
A principal versão apresentada até agora é a do motorista do veículo, marido da arquiteta. Ele relatou que a mulher teria se lançado da caminhonete ainda em movimento. Segundo a investigação, o casal enfrentava um processo de separação.

Apesar do relato, os investigadores mantêm cautela e ampliam as apurações. Entre as linhas consideradas estão suicídio, acidente ou um possível crime de feminicídio.
Para ajudar a esclarecer o caso, equipes já iniciaram a coleta de imagens de câmeras de segurança da região. O material deve ser analisado para identificar o que ocorreu momentos antes da queda.
O motorista foi encaminhado à delegacia, onde deve prestar depoimento. Até agora, não há confirmação de prisão em flagrante.
A polícia também apura se havia histórico de violência doméstica entre o casal, informação que ainda não foi confirmada oficialmente.
As investigações continuam e o caso segue em aberto, com todas as hipóteses sendo analisadas pelas autoridades.





























