
Paulo Gonet sustenta que não há investigados com foro privilegiado; caso apura suspeita de tráfico de influência em órgãos federais
A PGR (Procuradoria-Geral da República) solicitou ao ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), que uma investigação envolvendo o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, seja remetida à primeira instância da Justiça.
Filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Lulinha é investigado por suspeita de tráfico de influência em órgãos federais. A manifestação foi apresentada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, em parecer que tramita sob sigilo.
Segundo a PGR, não há entre os investigados pessoas com foro por prerrogativa de função que justifique a permanência do caso no Supremo. O pedido foi protocolado após Mendonça autorizar a abertura de um dos três inquéritos instaurados contra o empresário.
Atualmente, André Mendonça é relator de dois procedimentos que envolvem Lulinha. O terceiro inquérito está sob relatoria do ministro Flávio Dino.
O pedido da PGR ainda será analisado por Mendonça.






















