

Mulher de 29 anos, identificada como Andressa, foi presa após ser flagrada com aproximadamente 38,5 gramas de cocaína e R$ 5.115 em dinheiro durante abordagem no Jardim Pantanal, em Dourados.
A ocorrência aconteceu durante policiamento ostensivo realizado por uma equipe do Getam. Os policiais avistaram um Volkswagen Golf branco com a suspensão rebaixada e películas escuras, transitando em velocidade incompatível com a via.
Ao perceber a presença da equipe, a condutora fez uma conversão brusca e acelerou, mas acabou sendo alcançada pelos policiais.
No veículo estavam duas mulheres e uma criança. Durante a abordagem, Andressa informou que não havia nenhum objeto ilícito no carro. A busca veicular não encontrou irregularidades.
A situação mudou quando os policiais questionaram a mulher sobre uma bolsa que estava em sua posse. Segundo o registro policial, ela se recusou a abrir o objeto e tentou se desvencilhar dele.
Ainda conforme o registro policial, foi necessário retirar a bolsa de sua posse diante da resistência. Na sequência, Andressa teria investido fisicamente contra os policiais e desobedecido às ordens para interromper a ação.
Os policiais utilizaram um bastão antitumulto para contê-la e, posteriormente, algemas. Somente depois de imobilizada foi possível abrir a bolsa.
Dentro dela, foram encontrados quatro invólucros grandes contendo diversas porções menores de uma substância que, segundo a polícia, apresentava características de cocaína. O material pesou aproximadamente 38,5 gramas.
Além da droga, foram apreendidos R$ 5.115 em dinheiro.
Questionada sobre o entorpecente, Andressa teria assumido a propriedade e relatado que havia pago R$ 300 por cada um dos quatro invólucros. Ela, porém, não informou aos policiais onde nem de quem teria adquirido a droga.
A mulher foi encaminhada à Depac, juntamente com o entorpecente, o dinheiro e o veículo. A criança que estava no carro permaneceu na residência sob os cuidados de Tatiane.
Conforme o registro policial, Andressa apresentava hematomas nas pernas e nos glúteos, atribuídos à resistência durante a abordagem. O BO também informa que o uso de algemas ocorreu por receio de fuga e para preservar a integridade física da conduzida e dos policiais.
Um advogado de Andressa compareceu à unidade policial e acompanhou o procedimento.
O caso foi registrado e será apurado pelas autoridades competentes.




























