
Secretaria de Educação Básica, ligada ao Ministério da Educação (MEC), do governo Lula (PT), enviou nesta 4ª feira (12.jul.23), um ofício aos secretários de educação de todo o Brasil para informar como irá se dar a finalização do Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares (Pecim). Eis a íntegra.
A intenção do governo Lula é valorizar os professores e remover a aclamação às Forças Armadas dos colégios. Também é pretendido adoção gradual de medidas que possibilitem o encerramento do ano letivo dentro da normalidade.
A Secretaria Estadual de Educação (SED), do governo de Eduardo Riedel (PSDB), disse que apesar disso, vai continuar com o modelo de ensino militar nas escolas onde o programa regional já é aplicado em Mato Grosso do Sul.
Em MS, dos 79 municípios, apenas 8 tem instituições de ensino com bajulação ao militarismo. Eis as listas onde há os focos:
- Campo Grande;
- Corumbá;
- Jardim;
- Porto Murtinho;
- Costa Rica;
- Maracaju;
- Anastácio.
O g1 disse que em MS a verba federal para escolas ‘possuía pouco interferência’.
Ao veículo, a Secretaria Estadual de Eduacação (SED) disse que as escolas militarizadas são administradas pelas forças ligadas ao próprio estado: o Corpo de Bombeiros e Polícia Militar. “A pasta não informou sobre o desempenho escolar para justificar a permanência do modelo militarizado de ensino”, anotou o site.
A SED também comentou que não tem a pretensão de expandir o formato para outras instituições.
As secretarias municipais de Educação de Costa Rica, Jardim e Corumbá aguardam reuniões para definir quais serão os impactos após o fim do Pecim. Os representantes das pastas não souberam informaram se vão continuar no modelo cívico-militar ou se retornarão ao formato convencional.
Já a pasta de Porto Murtinho, não respondeu aos questionamentos feitos pelo g1.
*Com g1.
























