
Os sete investigados presos na Operação Buraco Sem Fim tiveram a prisão preventiva mantida pela Justiça e foram encaminhados, algemados, para o Centro de Triagem de Campo Grande, onde permanecerão à disposição do Judiciário.
Entre os detidos estão o ex-secretário municipal de Infraestrutura, Rudi Fiorese; o ex-superintendente de Serviços Públicos da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos), Mehdi Talayeh; o ex-gerente de Manutenção de Vias da Sisep, Edivaldo Aquino Pereira; além dos ex-servidores Fernando de Souza Oliveira e Erik Antônio Valadão Ferreira de Paula.
Também seguem presos o empresário e produtor rural Antonio Roberto Bittencourt Teixeira Pedrosa, proprietário da Construtora Rial, e o filho dele, o engenheiro civil Antonio Bittencourt Jacques Pedrosa.
Todos são investigados pelo Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção), órgão do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, que apura supostas fraudes em contratos de tapa-buraco firmados desde 2018. Segundo as investigações, os contratos e aditivos envolvendo a Construtora Rial ultrapassam R$ 113 milhões.
As audiências de custódia realizadas nesta quarta-feira (13) tiveram caráter apenas formal, voltadas à verificação do cumprimento dos direitos legais dos presos durante as detenções. Por esse motivo, as prisões não foram reavaliadas neste momento.
Advogados de defesa de Rudi Fiorese, Erik Antônio, Fernando de Souza e Mehdi Talayeh afirmaram que ainda não tiveram acesso integral ao processo, que tramita sob sigilo, mas informaram que irão apresentar pedidos de liberdade para os clientes nos próximos dias.
*Com informações do Midia max





























